Ninguém se banha duas vezes na água do mesmo rio.  Heráclito de Éfeso

Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém… Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim… E ter paciência para que a vida faça o resto…  William Shakespeare

(textos pelo Antigo Acordo Ort.)
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Se não está respondendo, gerencie suas tarefas e encerre o programa.

Observação: também se aplica à informática.

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Se a vida te der limões, faça uma limonada. Se fizer caipirinha, vai ter dor de cabeça. Se fizer mousse, vai ficar gordo como eu.

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De repente, no Facebook surge uma regravação de “Trem Azul”. Amo essa música. Vou ao YouTube para ouvi-la, linda, com Lô Borges e Milton Nascimento.

Logo o YouTube começa a me sugerir outras tantas coisas boas.

Começo a ouvir alguns trechos, escolher algumas músicas. Clico em “Pra não dizer que não falei das flores”. Ai, não deu Geraldo Vandré. Tem que estar “forte” para ouvir essa música. Assim, despreparada, não dá… Então, vou para “Alegria, Alegria”, de Caetano. E termino cantando “Baby”, muito longe da afinação de Gal.

Que músicas são essas? Que letras. E nem falei em Chico, Belchior e…… ah…. quanta coisa boa! De encher a alma e o coração!

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Ah, pessoinhas traiçoeiras que somos.

Quando não gostamos mais de alguém, tudo perde o sentido, e fazemos questão de nos lembrar a todo o momento das coisas que nos chatearam. Até o jeito de a pessoa fechar os olhos nos irrita. Mesmo que ela já tenha escalado, sem experiência, o Himalaia para nos ajudar.

Mas e quando gostamos? Cada gesto de carinho é lembrado e considerado.

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Digamos que você gosta de azul. Daí encontra uma camisa azul, linda, no tom que você gosta, tecido de boa qualidade, com ótimo caimento no seu corpo. Pronto, se apaixonou pela camisa.

Conhece um restaurante. Comida boa, gostosa. Preço justo. Bom atendimento. Lugar limpo e agradável. Decoração muito bonita. Pronto, se apaixonou pelo lugar.

Por que a paixão? Tanto a camisa como o restaurante possuem tudo o que você gosta. Fácil.

Mas nos relacionamentos não é assim. Não nos apaixonamos por uma pessoa por ela ter tudo o que gostamos. E ainda mais, como é bem sabido, projetamos na pessoa as coisas que gostamos e/ou amplificamos e supervalorizamos as qualidades que ela tem.

Mas o tempo passa, e percebemos que ela não é a tal camisa que nos cai bem. O preço já não é tão justo. Ainda assim, continuamos gostando. Por quê?

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Não gosto de mensagens de voz, mas bem que algumas mensagens de texto podiam ter indicação de tonalidade…rss

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Escrever os acertos é fácil. Os erros, não.

Nem mesmo para colocar numa garrafa e jogar ao mar.

Dá para escrever a dor, até mesmo as falhas.

Mas verbalizar, externalizar os erros, torna-se uma tarefa hercúlea!

Orgulho, vergonha, dor.

E o pior é a resposta oculta à pergunta: Você faria diferente? Até mesmo se pudesse saber do que adviria, saber mesmo, como se fosse uma volta consciente ao passado, você faria diferente?

Ao menos, com a última possibilidade, a volta consciente, me engano tentando acreditar que sim, que faria diferente. Mas mesmo assim, não consigo ter uma resposta decisiva, então não adianta querer “voltar no tempo”. Há que se aceitar e ser forte para seguir.

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